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Brasil cresce 9% no primeiro trimestre

Contra o primeiro trimestre de 2009, o PIB brasileiro registrou alta de 9%, a maior variação desde o início dessa comparação, em 1996.


Por admin 17/06/2010 - 03h14


O crescimento do PIB (Produto Interno Bruto) brasileiro no primeiro trimestre, de 2,7% na comparação com os três meses imediatamente anteriores, ficou bem acima do registrado nas principais economias mundiais.
Contra o primeiro trimestre de 2009, o PIB brasileiro registrou alta de 9%, a maior variação desde o início dessa comparação, em 1996. O ano de 2009 registrou queda de 0,2% no PIB.
O início de 2010 foi dominado pela tendência de melhora nas economias, após a recessão registrada no ano passado por conta da crise econômica mundial, ainda que com elevações bem mais modestas que a registrada no Brasil.
Nos Estados Unidos –onde os problemas com as hipotecas “subprime” (de alto risco) se tornaram o cerne da crise financeira–, a economia registrou alta de 0,8% no primeiro trimestre (o último dado divulgado aponta para expansão anualizada de 3%). Em 2009, o PIB do país registrou retração de 2,4%.
No Japão, segunda maior economia do mundo, a expansão foi ainda maior, de 1,2% nos três primeiros meses do ano, na comparação com o quarto trimestre. O PIB japonês teve queda de 5% no ano passado.
No caso da União Europeia, que enfrenta novos problemas atualmente graças ao alto endividamento público de alguns de seus países-membros, a expansão foi mais tímida. O grupo de 27 países registrou elevação de 0,2% no PIB no trimestre, mesma variação registrada na zona do euro (grupo de 16 países do bloco que usam o euro como moeda única). Em 2009, a retração foi de 4,2% na UE, e de 4,1% nas economias que utilizam o euro.
Entre os países do bloco, Portugal registrou a maior variação positiva no período, de 1% ante o quarto trimestre. Itália (0,5%), Reino Unido (0,3%), e Alemanha (0,2%), vêm em seguida.
A exceção ficou por conta da Grécia, que passa por uma crise fiscal e recebeu ajuda financeira da UE e do FMI (Fundo Monetário Internacional) para conter seus deficit, cujo PIB registrou queda de 0,8% no trimestre.
A China, que não divulga o crescimento frente ao trimestre imediatamente anterior, registrou expansão vigorosa, de 11,9%, ante o mesmo período do ano passado. Completando os Brics (grupo dos principais emergentes), a Rússia teve crescimento de 4,5% na comparação anual, enquanto o PIB da Índia subiu 8,6% na mesma base.
Folha On Line
O crescimento do PIB (Produto Interno Bruto) brasileiro no primeiro trimestre, de 2,7% na comparação com os três meses imediatamente anteriores, ficou bem acima do registrado nas principais economias mundiais.
Contra o primeiro trimestre de 2009, o PIB brasileiro registrou alta de 9%, a maior variação desde o início dessa comparação, em 1996. O ano de 2009 registrou queda de 0,2% no PIB.
O início de 2010 foi dominado pela tendência de melhora nas economias, após a recessão registrada no ano passado por conta da crise econômica mundial, ainda que com elevações bem mais modestas que a registrada no Brasil.
Nos Estados Unidos –onde os problemas com as hipotecas “subprime” (de alto risco) se tornaram o cerne da crise financeira–, a economia registrou alta de 0,8% no primeiro trimestre (o último dado divulgado aponta para expansão anualizada de 3%). Em 2009, o PIB do país registrou retração de 2,4%.
No Japão, segunda maior economia do mundo, a expansão foi ainda maior, de 1,2% nos três primeiros meses do ano, na comparação com o quarto trimestre. O PIB japonês teve queda de 5% no ano passado.
No caso da União Europeia, que enfrenta novos problemas atualmente graças ao alto endividamento público de alguns de seus países-membros, a expansão foi mais tímida. O grupo de 27 países registrou elevação de 0,2% no PIB no trimestre, mesma variação registrada na zona do euro (grupo de 16 países do bloco que usam o euro como moeda única). Em 2009, a retração foi de 4,2% na UE, e de 4,1% nas economias que utilizam o euro.
Entre os países do bloco, Portugal registrou a maior variação positiva no período, de 1% ante o quarto trimestre. Itália (0,5%), Reino Unido (0,3%), e Alemanha (0,2%), vêm em seguida.
A exceção ficou por conta da Grécia, que passa por uma crise fiscal e recebeu ajuda financeira da UE e do FMI (Fundo Monetário Internacional) para conter seus deficit, cujo PIB registrou queda de 0,8% no trimestre.
A China, que não divulga o crescimento frente ao trimestre imediatamente anterior, registrou expansão vigorosa, de 11,9%, ante o mesmo período do ano passado. Completando os Brics (grupo dos principais emergentes), a Rússia teve crescimento de 4,5% na comparação anual, enquanto o PIB da Índia subiu 8,6% na mesma base.
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